Flávio Alessandro dos Santos havia saído para trabalhar, manteve contato com a família durante a manhã e, horas depois, deixou de dar notícias. O veículo foi localizado em uma região diferente daquela onde ele trabalhava e morava. Pouco tempo depois, veio a confirmação mais dolorosa: Flávio estava morto.
Agora começa uma etapa fundamental: a investigação.
É preciso descobrir o que aconteceu entre o último contato do contador com a família e a localização do veículo. Por que ele foi parar naquele local? Ele foi sozinho? Houve a participação de terceiros? O que apontam as imagens de câmeras, o rastreamento do automóvel, o telefone celular e os exames periciais?
São perguntas legítimas diante de uma morte que, neste momento, ainda precisa ser esclarecida pelas autoridades.
O Acontecendo no Espírito Santo entende que jornalismo responsável não é antecipar culpados nem transformar hipóteses em verdades. É acompanhar os fatos, cobrar respostas e dar transparência à sociedade.
A família de Flávio tem o direito de saber o que aconteceu. E a sociedade capixaba tem o direito de conhecer o resultado das investigações.
Que a Polícia Civil consiga esclarecer rapidamente as circunstâncias da morte e que, caso seja constatado crime, os responsáveis sejam identificados e responsabilizados dentro da lei.
Enquanto isso, fica a solidariedade à família e aos amigos de Flávio Alessandro dos Santos.
Uma vida foi perdida. Agora, a verdade precisa aparecer.
