Allanderson Neves é citado e investigado pela PF por divulgar vídeo fakenews contra Pazolini.

Representação aponta suspeita de divulgação de notícias falsas durante a campanha eleitoral. Pedidos de prisão também aguardam análise da Justiça, segundo informações relacionadas ao caso.

A Justiça Eleitoral determinou que a Polícia Federal investigue a divulgação de um vídeo contra Lorenzo Pazolini (Republicanos) durante a campanha eleitoral de 2026. Entre os nomes citados na representação está Allanderson Neves, apontado no caso como suspeito de disseminar conteúdo supostamente falso contra o então candidato ao Governo do Espírito Santo. Allanderson neves é ex servidor da câmara de Vitória.

A decisão foi tomada pela 1ª Zona Eleitoral de Vitória, após manifestação do Ministério Público Eleitoral. A investigação deverá esclarecer a origem do vídeo, sua autenticidade e as circunstâncias em que o material foi divulgado em grupos de WhatsApp.

Pedidos de prisão aguardam análise

Informações relacionadas ao caso apontam ainda a existência de pedidos de prisão que aguardam análise da Justiça, sob a alegação de prática reiterada de condutas investigadas.

A eventual decretação de prisão, entretanto, depende de decisão judicial fundamentada. PF deverá apurar divulgação de conteúdo

Segundo a representação apresentada à Justiça Eleitoral, o vídeo circulou em grupos de mensagens no dia 3 de outubro, durante o período eleitoral. O conteúdo teria potencial para prejudicar a imagem de Pazolini perante os eleitores.

A Polícia Federal deverá realizar diligências para identificar os responsáveis pela produção e pelo compartilhamento do material, analisar os arquivos originais e ouvir os envolvidos.

A apuração busca esclarecer se houve prática de crimes eleitorais ou outras infrações previstas na legislação.

Práticas reiteradas chama a atenção

Allanderson Neves é citado no contexto da investigação, mas a eventual responsabilidade criminal dependerá das provas reunidas e da análise das autoridades competentes. A defesa dos envolvidos deve ter oportunidade de apresentar suas versões dos fatos junto a PF.

O caso reacende o debate sobre a disseminação de informações falsas nas redes sociais durante campanhas eleitorais e sobre os limites legais da atuação de pessoas que produzem ou compartilham conteúdos contra candidatos.

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