Segundo o relato, a vítima afirma que não possui controle sobre o próprio dinheiro e que o militar impõe restrições, controlando gastos e limitando sua independência. A situação teria criado um ambiente de dependência e pressão psicológica dentro do relacionamento.
A chamada violência financeira — também conhecida como violência patrimonial — acontece quando o agressor controla recursos, impede a vítima de trabalhar ou administra todo o dinheiro, dificultando qualquer tipo de autonomia. Esse tipo de abuso é previsto na Lei Maria da Penha e pode ser considerado uma forma grave de violência doméstica.
Mesmo sem agressões físicas, especialistas alertam que esse tipo de comportamento causa danos profundos, pois mantém a vítima presa ao relacionamento, muitas vezes sem condições de se sustentar sozinha.
O caso chama atenção por envolver um agente de segurança pública, cuja função é justamente proteger a população.
A denúncia reforça a importância de identificar sinais de abuso que vão além da violência física e destaca a necessidade de apoio às vítimas para romper o ciclo de violência.
O caso segue sendo acompanhado pelas autoridades.
