Magistrado do TRF-2 também é citado em apuração sobre suposta interferência em licitação no ES
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decidiu manter a prisão preventiva do desembargador federal Macário Júdice Neto, integrante do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.
O magistrado está preso desde dezembro de 2025 em uma investigação que apura o suposto vazamento de informações sigilosas ligadas a operações policiais realizadas no Rio de Janeiro.
Segundo a decisão, Moraes entendeu que a permanência da prisão é necessária para evitar risco de fuga e garantir o andamento das investigações. O ministro afirmou que a medida tem como base elementos apresentados no relatório final encaminhado pela Polícia Federal ao STF.
Além das suspeitas de vazamento de informações, o desembargador também é investigado por suposta tentativa de interferência em um processo licitatório ligado à Secretaria de Educação do Espírito Santo.
A defesa de Macário Júdice Neto foi procurada, mas não havia se pronunciado até a publicação da decisão.
